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MINHA DISPOSIÇÃO

Neste breve relato sobre o Partido Nacional Corinthiano  –  sobre meu papel  como fundadora e  líder do movimento PNC  – quero valorizar todas as mulheres, inclusive minhas amigas  sonhadoras, que  não usam a condição feminina  para mostrar fraqueza e mendigar migalhas de cotas do sistema político de nosso pais.

Minhas palavras e condutas são inspiradas nas grandes mentes que tomaram atitudes e posições não condicionadas a letra “M” ou “F” do registro civil. Busco seguir mentes que desafiaram a unanimidade, pois para pensar igual não é preciso uma Democracia.

Assim como nos panteras negras as mulheres do nosso país, sejam negras ou milionárias, pobres ou homossexuais, bonitas ou corajosas, adolescentes ou estrangeiras, todas elas terão voz e serão reconhecidas por construir, efetivamente, uma casa digna chamada Brasil.

Desde o início do movimento PNC viajamos o Brasil todo na busca do preenchimento dos requisitos necessários para a homologação do Partido, conhecendo de perto a realidade de cada lar, Município, Estado e a história deste Brasil.

Deixando de lado a teoria e os discursos emotivos, desenvolveremos uma militância que desmistifique a omissão da mulher no papel político. De crianças a idosas, as mulheres compreenderão o papel ativo que devem ter junto ao Poder Público. Não mais como primeiras-damas, mas como governantes e legisladoras, vamos conduzir o Brasil à verdadeira reforma: a dos valores morais.

Aguardo que cada um que tenha compreendido nossos propósitos entenda que voltaremos a sentir orgulho de sermos brasileiros.

Queenie Filetti Moreno

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